Narrado por Bruna
Logo, a porta do cofre se fecha, e vejo Maitê se encolher no canto, claramente afetada pela tensão no ar. Como já estou acostumada com essas invasões, continuo conversando com o Fumaça, sem perceber o passar das horas. O cofre, mais frio do que as pessoas imaginam, faz meu corpo se arrepiar. Fumaça percebe e me abraça, envolvendo-me com seus braços. Tento me acalmar, mas o som dos tiros ainda ecoa lá fora, e o medo se instala em meu peito.
Horas depois, o barulho de algo send