Narrado por Fumaça
Desligo o telefone e me dirijo à sala do Lúcifer.
— Opa, parceiro, preciso resolver um problema pessoal. Mais tarde eu volto aqui — informo.
— Tudo bem, vai lá. Se precisar de alguma coisa, é só me chamar — ele responde, compreensivo.
Saio e me dirijo à casa dele, onde está a Maitê. Assim que chego ao portão, o segurança me permite entrar, e eu começo a procurar por ela, chamando seu nome.
— Maitê, onde você está? — Vou chamando por toda a casa, mas não há sinal dela.
Entro