A respiração de Mariana ainda era pesada, o peso das lembranças da noite anterior rodopiando em sua mente. Ela olhou para Gabriel, que a observava com preocupação e ternura.
— Eu não entendo... — sussurrou Mariana, a voz baixa, quase como se estivesse se falando sozinha. — Como alguém que deveria cuidar de mim... o meu pai... pôde me fazer isso? — As palavras pareciam sufocá-la enquanto escapavam, carregadas de dor.
Gabriel se inclinou levemente em sua direção, os olhos fixos nos dela. — Às vez