Matheus estacionou em um prédio discreto, sem letreiros ou placas chamativas. O lugar parecia mais uma casa grande do que um hospital.
Ele desligou o carro e virou-se para Mariana.
— Espere aqui. Vou falar com ele primeiro.
Ela assentiu e observou enquanto Matheus entrava no prédio. O coração dela batia acelerado. O medo ainda estava lá, rondando como uma sombra, mas agora havia algo mais forte que ele: esperança.
Poucos minutos depois, Matheus reapareceu acompanhado de um homem alto e de aparê