O volante parecia mais pesado do que nunca.
A estrada se estendia diante de mim, longa e silenciosa, enquanto o sol pintava timidamente o céu entre nuvens carregadas. O vento batia contra o vidro, mas eu mal percebia.
Minha mente não parava de repetir as palavras da Isabella “O seu pai está vivo.”
Vivo.
Essas cinco letras queimavam dentro de mim como ferro em brasa.
Eu pensava no rosto dele, no som da risada,
no toque firme das mãos quando me ensinava a atirar, a lutar, a ser forte.
Duran