Ainda sentia o gosto do beijo dele nos meus lábios quando a porta se abriu e Ethan segurou minha mão com firmeza. Eu não queria soltar. Talvez ele também não. Saímos juntos, os dedos entrelaçados como se aquilo fosse natural, inevitável, e por um instante esqueci completamente do caos que tinha acontecido minutos antes.
A sala estava impecável. Nada de corpos, nada de sangue, nada do terror que tinha gelado minha espinha. Parecia uma casa de revista: limpa, silenciosa, quase acolhedora demais