Meus soluços foram diminuindo, mas a sensação de sufoco não passava. Ainda abraçada nele, finalmente consegui falar, mesmo com a voz embargada.
“Eu… eu não sou a estúpida que não sabe abrir uma porta… e-eu só estou muito nervosa.”
Engoli seco, tentando me acalmar, mas as lágrimas voltaram.
“E também estou com medo. Eu não fiz nada para eles me machucarem assim, senhor Ethan! Nada! E… eu não consigo confiar mais em ninguém!”
Minha respiração acelerou outra vez, os dedos apertaram a camisa de