As noites de Elisa tinham voltado a ser inquietas. Desde que Orion entrara em cena, revelando cada passo escondido de Sophia, o silêncio da casa parecia mais pesado, como se a própria escuridão fosse cúmplice da inimiga. Elisa tentava manter-se firme, mas em seu coração crescia uma sensação incômoda: Sophia não ficaria parada.
E, de fato, não ficou.
Na manhã de uma terça-feira ensolarada, Elisa se dirigiu até a varanda com os gêmeos no colo. O vento suave batia em seus cabelos, e por um momento