O tempo pareceu parar. O galpão abafado vibrava de tensão: Elisa encurralada, as mãos sobre o ventre trêmulo; Sophia de olhos dilatados,com semblante aterrorizante e arma em punho; Eduardo parado na soleira da porta, cada músculo prestes a explodir em movimento. Atrás dele, a polícia ocupava posições estratégicas com armas apontadas.
Solte essa arma, Sophia! ... o detetive Sérgio gritou, a voz firme, ecoando pelas paredes de concreto. ... Não tem saída!
Sophia riu, uma gargalhada histérica q