Sophia sempre acreditou que a paciência era a arma mais letal que alguém poderia ter. E naquele momento, ela a afiava com precisão. Elisa já confiava nela o suficiente para aceitar caronas, conselhos e até convites casuais para tomar um café. Era o que Sophia precisava: proximidade.
Por trás dos sorrisos e das conversas aparentemente inofensivas, havia um trabalho meticuloso em andamento. Ela tinha um caderno escondido em sua bolsa ... um diário de observações que não tinha nada de romântico. E