Elisa acordou diferente naquela manhã. O corpo ainda era o mesmo, mas algo dentro dela parecia levemente fora do compasso. O cheiro do café, sempre reconfortante, de repente causou náusea. E aquela tontura leve ao subir as escadas do consultório... não era cansaço. Era algo familiar, pelo menos para ela, como médica.
Deixou o jaleco pendurado e voltou para casa mais cedo. No caminho, o coração batia acelerado. Negava a possibilidade, mas, no fundo, uma intuição silenciosa gritava.
No banheiro