A manhã nasceu com uma brisa leve entrando pelas janelas do bangalô. Elisa acordou com o calor do corpo de Eduardo junto ao seu, os dedos dele entrelaçados aos dela como se dormissem em um pacto silencioso.
Sem dizer uma palavra, ela o observou dormir por longos minutos. O rosto dele, sempre tão duro e impassível no passado, agora exalava paz. Eduardo sorria no sono, e Elisa sentiu o peito se aquecer. Era estranho e novo vê-lo assim, vulnerável e... feliz.
Quando ele abriu os olhos e a viu al