Layla
A mão de Kaleo subiu devagar, como se perguntasse, e não perguntou. O polegar encostou no meu queixo um toque mínimo, e inclinou meu rosto para cima. Eu deveria ter recuado. Deveria ter virado de costas. Eu sabia o que ia acontecer. O corpo também sabia.
Ainda assim, fiquei.
Ele me beijou.
Não foi um beijo que pede permissão, nem que rouba pela metade. Foi inteiro. Uma queda sem corrimão. A boca dele tinha um gosto de noite e uísque, e a maneira como segurou meu queixo me deu raiva e vert