Isabela
No dia seguinte, acordo sobressaltada com as batidas na porta. Meu coração dispara, como se esperasse por algo ruim. Sonolenta, caminho até ela e a abro. É Estela.
— Bom dia. Rafael está de saída, ele pediu para chamá-la.
Meu cérebro ainda está lento, e a informação leva alguns segundos para se fixar.
— Que horas são?
— Nove e meia.
Passo a mão pelos cabelos longos, tentando dar alguma ordem ao caos que se formou neles durante a noite.
— Deus! Perdi a hora. Diga a ele que me troco em um