O silêncio que se seguiu à revelação foi ensurdecedor. Isadora sentia o sangue pulsar nos ouvidos como se o mundo inteiro estivesse tentando desabar de uma vez só. Dominic ainda estava ajoelhado à sua frente, com os olhos arregalados e o rosto completamente sem cor.
— Isso não pode ser verdade… — ele murmurou, a voz fraca como um sussurro perdido no vento.
Isadora recuou um passo, e depois outro, como se a presença dele queimasse. Tudo parecia girar, as paredes se comprimiam, e o ar ficava mais