O amanhecer chegou em silêncio, como se o mundo tivesse se inclinado para ouvir a respiração do tempo. O céu ainda estava pálido, com as primeiras luzes insinuando-se sobre o rio. O som das águas era o mesmo de sempre — sereno, contínuo, como se carregasse todas as histórias já vividas. A casa branca parecia repousar em paz, envolta na neblina leve que antecedia o dia.
Isadora acordou com o murmúrio das folhas batendo na janela. Ficou deitada por alguns minutos, apenas ouvindo o som do vento, o