O relógio marcava exatamente oito da manhã quando Helena entrou no prédio da Martins Corporation com passos firmes e olhar afiado. Funcionários, clientes e até executivos desviavam o olhar, alguns por medo, outros por respeito — e muitos, por pura admiração.
Ela não era mais a mulher que aceitava migalhas, traições ou injustiças. Ela agora era a tempestade.
Ao entrar em sua sala, já encontrou Júlia, sua amiga e assessora de confiança, segurando um tablet, visivelmente empolgada.
— Está tudo pro