A sexta-feira amanheceu com um céu límpido, e pela primeira vez em meses, Isadora sentiu que podia respirar sem que o ar tivesse gosto de ameaça. A prisão de Gabriel dominava todos os jornais, rádios e programas de debate. Manchetes estampavam o rosto dele, não mais como empresário de prestígio, mas como réu acusado de corrupção, fraude e perseguição. Seu nome, que durante anos fora sinônimo de arrogância e influência, agora se tornara exemplo daquilo que a cidade não queria mais tolerar.
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