O céu estava pálido. Sem nuvens. Sem sol.
A nave de Helena pousou no limite de uma floresta antiga, encobrindo a entrada subterrânea da instalação experimental. Não havia sensores ativos, nem drones em patrulha. O que quer que estivesse sendo feito ali… era grande demais para ser revelado.
— Essa calma é artificial — murmurou Helena, ativando seu comunicador com Eva. — Estou entrando. Mantenha a linha limpa. Se eu não responder em 30 minutos, considere-me comprometida.
— Helena… — a voz de Eva