A clareira queimava em vermelho, como se o próprio coração da terra tivesse sido arrancado e colocado diante deles. O cântico dos cultistas ecoava como um trovão abafado, ressoando em cada osso de Elô, que mal conseguia respirar sob a pressão invisível do ritual. As chamas que circundavam o símbolo no chão se erguiam em colunas altas, dançando ao ritmo das vozes, e cada palavra parecia dilacerar ainda mais o tecido entre o mundo dos vivos e a escuridão.
Miguel avançava com a espada em punho, ca