Mundo de ficçãoIniciar sessãoEllena sempre sonhou em viver um amor igual aqueles de conto de fadas, mas se esqueceu que até em conto de fadas há desilusões e quando teve o coração partido ainda na juventude desacreditou do amor. Porém a vida tinha outros planos para ela.... Hoje aos 32 anos é uma advogada muito bem-sucedida, com uma vida estável, mãe exemplar e um casamento perfeito. E tudo que ela queria era que as coisas continuassem exatamente assim, mas uma viagem e um reencontro a colocaram diante de seu passado. Tudo que ela viveu e construiu até ali foi posto em perspectiva. Agora cabe a ela escolher por qual caminho seguir. Será que ela será capaz de decidir entre passado e presente? E quais consequências sua decisão poderá trazer?
Ler maisEllena Eu sabia que o caminho até a cachoeira seria longo, havíamos combinado na noite anterior que não iriamos em todos os carros, quando cheguei ao portal do condomínio, onde havíamos combinado de nos encontrar, a divisão já estava feita, para a minha surpresa eu havia sido colocada no carro do Ricardo, iriamos apenas nos dois, eu sei que o motivo disso é que nenhum deles quer ficar em meio a tensão que tenho certeza, ficará assim que estivermos sozinhos naquele espaço limitado.
CaioEu acabei de deixar a mulher que amo livre por duas semanas, para fazer o que bem entender com um amor do passado,Será que eu estou ficando louco?Na verdade não, analisando minhas opções, essa pareceu ser a melhor opção, afinal, conheço Ellena.Quando ela é encurralada ou pressionada, não reage bem, então se eu lhe desse um ultimato para se afastar do filho da puta, ela não iria gos
Ellena- Obrigada por não duvidar do que eu sinto por você.- Ah eu nunca faria isso. – ele respirou fundo. – mas eu estou muito puto com essa situação e não gosto nenhum um pouco dela.- Ah querido, nem eu. - respirei fundo. - Me destrói me sentir dessa forma. Me destrói mais ainda que vocês dois estejam no meio dessa loucura que estou sentindo.- Fiquei curioso, ele
EllenaQuando cheguei, a casa estava toda escura, por alguns instantes eu torci para que ele já estivesse dormindo, mas ao passar pelo corredor notei que a porta que dava acesso para a praia estava aberta.A covardia me dominou. Pensei em recuar, mas não era justo, comigo ou com nenhum dos dois. O Caio tinha o direito de saber o que eu fiz, e minha situação com o Ricardo, não poderia ficar como estava. A dor e culpa pelos meus atos me tomaram e as lagrimas p





Último capítulo