Jeffrey me olhou como só ele sabia olhar: direto, sem desviar, como se atravessasse minha alma. Eu tentei rir, desviar, mas aquele olhar não me deixava escapar.
— Primo, vou te dizer uma coisa, e eu espero que você ouça com o coração aberto: para você ter uma mulher, você não precisa assinar um contrato de submissão.
Revirei os olhos.
— Ah, não começa…
Ele ergueu a mão, me cortando.
— Escuta, Adán. A submissão que você tanto procura não está num pa