Mundo ficciónIniciar sesiónO Dia do Confronto
Adán William Clifford II não era homem de pedir desculpas. Na verdade, ele não era homem de pedir nada. Estava acostumado a mandar, a ser obedecido, a ver em cada olhar de mulher — ou de submissa — um reflexo do próprio poder. Mas naquela manhã, depois de encontrar no centro da sua mesa o pacote embrulhado com o laço vermelho, dentro dele o maior vibrador que já vira na vida e o bilhete colado em cima como uma sentença, ele não conseguiu dormir em paz."Aq






