Mundo ficciónIniciar sesiónClarence entrou no carro, ajeitou-se no banco de couro macio e soltou um suspiro longo. Adam, ainda em pé, fez questão de fechar a porta para a mãe e, antes de se sentar, tocou discretamente no painel de comando, acionando o vidro de privacidade que isolava a comunicação com o motorista. Quando se acomodou ao lado dela, o silêncio foi quebrado pela voz suave e comovida de Clarence.
— Meu filho… como a Márcia está abatida. — Ela balançou a cabeça, pensativa. — Trabalhou tanto, se doou






