Susan começa a ir à casa da tia Sylvia dois dias depois da alta, exatamente como combinamos, com a naturalidade que só quem não tem culpa nenhuma consegue sustentar. Eu, em compensação, fico com o coração preso na garganta cada vez que ela me manda mensagem dizendo que está lá, sentada na sala pequena, tomando chá com Sylvia como se aquilo fosse só mais uma tarde comum entre duas conhecidas educadas.
Na terceira visita, ela me liga assim que sai da casa. Eu atendo antes mesmo do segundo to