Tia Sylvia recebe. Fico na sala de espera do hospital, os dedos trêmulos segurando o celular, enquanto a vejo sendo liberada pelos médicos. Ela, com os olhos um pouco pesados, mas um sorriso tímido no rosto, segue o enfermeiro até a saída. O ar lá fora é gelado, e me sinto como se estivesse num estado de suspensão, observando a vida se reorganizar, mas sem poder tocar ainda.
Sigo ela até a casa, mantendo uma distância discreta, mas o coração apertado, porque sei que, por mais que ela tenha