O Natal chega quase como um respiro no meio do caos. Por algumas horas, eu consigo fingir que a minha vida não está prestes a explodir em mil pedaços. A casa iluminada, o cheiro de doce por todos os lados, os presentes cuidadosamente escolhidos — tudo cria uma bolha confortável, uma ilusão bem construída de normalidade. Joseph está leve, mais do que eu o vi nos últimos dias, e isso por si só já é um presente.
Nós trocamos presente. Ele acerta em cheio, como sempre, e eu finjo surpresa, mesm