Depois de alguns minutos dentro do carro com Joseph, eu simplesmente desisto de perguntar para onde estamos indo. Não é como se ele fosse responder mesmo. E ele, por sua vez, para de repetir aquele “tenha paciência” que já estava começando a soar mais como um mantra do que um conselho real.
Eu observo o perfil dele enquanto dirige — a mandíbula firme, os olhos atentos na estrada — e me pergunto, pela centésima vez, o que se passa naquela cabeça. Quando o carro desacelera, eu noto que estam