Os dias seguintes não me dão o luxo de pensar demais. E talvez isso seja uma bênção.
Garrison não acredita em delicadeza, nem em paciência. Muito menos em autocomiseração. Ele acredita em repetição, em exaustão e em me lembrar, sempre que eu vacilo, exatamente por que eu estou ali.
— De novo — ele diz, cruzando os braços enquanto me observa errar o movimento pela terceira vez seguida.
— Eu já fiz de novo — resmungo, ajeitando a postura, sentindo o suor escorrer pela têmpora.
— Fez err