Emma
Saí do quarto de Dante com o corpo ainda vibrando, como se o abraço dele tivesse deixado marcas invisíveis na pele — marcas que agora pareciam ridículas, falsas. Como fui idiota, pensei, o coração apertado de raiva e arrependimento. Naquele momento abraçados, com lágrimas e promessas sussurradas, eu imaginei que estávamos criando algo real, uma conexão profunda, vulnerável. Ele falando da maldição, da perda de Laura, eu abrindo sobre Pedro e minha mãe... e o que ele faz? Me empurra para lo