O ar no quarto era pesado, quase sufocante. Camila olhava pela janela do apartamento, observando as luzes da cidade que pareciam dançar distantes, indiferentes aos seus conflitos internos. Leonardo estava sentado no sofá, com as mãos entrelaçadas, esperando o momento certo para falar.
— Camila — ele começou, a voz firme, mas carregada de uma sinceridade que a fez virar lentamente. — Eu sei que tudo está desmoronando ao nosso redor, e que o peso do passado é quase insuportável. Mas quero que sai