O ponteiro do relógio se aproximava das dez da manhã quando Isabela ainda revisava silenciosamente um dos contratos na tela do notebook. A luz branca da sala misturava-se ao brilho do vidro lateral, e a brisa gelada do ar-condicionado tornava o ambiente quase imune ao calor que consumia Al-Qadar lá fora.
Ela mal percebera o tempo passar. Os olhos corriam entre datas, rubricas e remessas, os dedos faziam anotações curtas em sua caderneta de couro. Desde a descoberta do nome Samir Nabhan envolvid