Capítulo 213

O amanhecer nasceu violeta sobre Rashalah. Do terraço da antiga administração portuária, o sal grudava nos lábios; metal e poeira faziam um zumbido baixo atrás dos guindastes. Mapas abertos como feridas, rádios chiando em duas línguas, termos de café, cadernos com anotações tortas — a cidade acordava sob um plano.

— Sete luas não é poesia — disse Idris no alto-falante, a voz vinda de Roma como se estivesse no quarto ao lado. — É protocolo de redundância. Sete pontos. Se um cai, os outros compen
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