O corredor da ala de segurança cheirava a desinfetante e ferro antigo. O som dos passos de Zayn ecoava seco, compassado, como um veredito que já sabia o desfecho. À sua esquerda, Kareem conferia pela terceira vez a prancheta com autorizações, o selo vermelho reluzindo sob a luz fria. À direita, Isabela caminhava sem soltar o ar direito, as mãos fechadas num punho discreto — o único sinal de que a calma dela era vigiada.
— Última verificação — avisou o capitão na porta blindada. — Sem canetas, s