O quarto estava mergulhado num silêncio espesso, o tipo que só acontece quando nenhuma palavra parece suficiente para começar. Zayn ainda segurava o celular na mão, a tela escura agora refletindo o brilho amarelado da luminária ao lado da cama. Isabela permanecia parada diante dele, a poucos centímetros, esperando. Não havia cobrança no olhar dela, apenas uma firmeza tranquila — como se tivesse decidido que ele iria falar no tempo dele.
Ele respirou fundo, apoiou os cotovelos nos joelhos e pass