João estava de pé, em silêncio, ao fundo do salão. O copo de whisky em uma das mãos, o olhar perdido na mulher que brilhava no centro de tudo. Ela sorria, cumprimentava convidados, aceitava brindes, dançava com o filho dele. Alicia. A mulher da Grécia.
A mulher que ele nunca esqueceu.
E agora, ali, diante dos olhos dele, vestida de branco, ela levava o sobrenome da família. O nome dele. E o do filho dele.
João sentia um gosto amargo na boca. Como se tivesse bebido veneno.
Alicia estava linda de