— Céus, Maurice, não me torture!
Me contorci, apertando o lençol entre meus dedos.
— Adoro esse seu fogo, Linda! Me sinto privilegiado.
Ele falou, em seguida introduziu um dedo generoso em minha entrada encharcada e dolorida, com suavidade distribuía lambidas no meu pontinho do prazer.
Senti seu dedo em minha carne sensível, estimulando aquele ponto logo depois da entrada, intercalando entre um lábio e outro, me fazendo delirar em excitação.
— Você é meu, só meu, senhor Ferri! Ah! que delícia!