— Assassina!
Continuo com mais tapas estalados em cada lado do seu rosto. Só pararia quando me cansasse, talvez a mandasse de volta para o hospital.
— Saia de cima de mim, sua louca!
Tapei sua boca com uma mão e a outra apontei o dedo na cara dela.
— Cala a boca, vadia estúpida, você é um ser horrível. Toma mais essa por ter drogado meu namorado.
A golpeei novamente com a mão fechada, me sentindo satisfeita ao ver seu veneno vermelho espirrar de seu nariz.
— Pensa que tenho medo de você? Fique