Os gestos de Dominic continuaram por alguns dias. Sempre grandes. Sempre visíveis. Sempre comentados. A cidade passou a vê-lo como benfeitor, salvador, aquele homem poderoso que chegara para mudar tudo. As pessoas sorriam para ele. Agradeciam. Ofereciam café.
Mas Lia… se fechava.
Ela continuava indo ao trabalho, cumprindo horários, ajudando as crianças, rindo quando era natural rir. E, quando saía da escola, evitava a praça, mudava o caminho, entrava em casa mais cedo. Não queria confronto. Que