CAPÍTULO 84
Maicon Prass Fernandes
Cheguei no local indicado pelo rastreador, os pneus do carro cantando quando parei de repente. O lugar era um armazém velho, escuro, decadente, com a tinta descascada e as janelas quebradas. Meu coração ainda estava apertado, aquela dor de merda latejando, mas eu ignorei.
Antes que eu pudesse sair do carro, o meu celular tocou. Olhei a tela e vi que era do hotel. Atendi com a voz ainda carregada de tensão.
— O que é?
— Senhor Maicon