CAPÍTULO 83
Maria Eduarda Duarte
Acordei devagar, com a cabeça pesada, como se estivesse saindo de um pesadelo. Tudo ao redor parecia frio. Quando tentei me mover, algo estava errado. Minhas mãos estavam presas, amarradas às costas da cadeira. Tentei mexer as pernas, mas elas também estavam imobilizadas. Um pânico tomou conta de mim, fazendo o coração disparar.
Olhei ao redor, tentando entender onde estava. A sala era escura, iluminada apenas por uma luz fraca num canto. As cordas a