Mundo ficciónIniciar sesiónPOV CATARINA
Eu gritava enquanto o carro seguia desgovernado pela plantação de café.Ao meu lado, Bruno segurava o volante com força. Dentes trincados, como se estivesse lutando contra um gigante.Até que, finalmente, a velocidade diminuiu e o freio pareceu funcionar de vez. Paramos com um solavanco abrupto, e a traseira chegou a levantar um pouco.— Você está bem, Catarina? — perguntou, ofegante.Havia suor em sua testa.— Sim… Eu acho qu






