༺ Pietro Beltron ༻
O portão da mansão finalmente surgiu diante dos meus olhos. Depois de uma manhã corrida na agência, sonhava apenas com a tranquilidade da casa e, claro, com um momento ao lado de Amara.
Meu corpo pedia descanso, mas o coração sempre acelerava quando pensava nela. Passar esses momentos com ela tinha se tornado um vício sem fim. A maneira como a Amara cativou cada um dos dois sempre me deixa bobo.
Ainda dentro do carro, notei a movimentação incomum: um homem parado diante do portão falando com o porteiro, insistindo em passar. Abri o vidro e ouvi sua voz carregada de desespero:
— Por favor, diga que estou aqui. Preciso falar com ela! Eu sou o pai dela!
O porteiro, paciente como sempre, manteve a postura:
— Desculpe, senhor, mas não tenho autorização para permitir a sua entrada. A senhorita já disse que você não é bem-vindo...
O sujeito gesticulava, nervoso:
— Então ligue para ela! Diga que estou aqui! Eu não saio sem falar com a minha filha!
Suspirei fundo. Aquele tea