Capítulo 122

༺ Pietro Beltron ༻

O portão da mansão finalmente surgiu diante dos meus olhos. Depois de uma manhã corrida na agência, sonhava apenas com a tranquilidade da casa e, claro, com um momento ao lado de Amara.

Meu corpo pedia descanso, mas o coração sempre acelerava quando pensava nela. Passar esses momentos com ela tinha se tornado um vício sem fim. A maneira como a Amara cativou cada um dos dois sempre me deixa bobo.

Ainda dentro do carro, notei a movimentação incomum: um homem parado diante do portão falando com o porteiro, insistindo em passar. Abri o vidro e ouvi sua voz carregada de desespero:

— Por favor, diga que estou aqui. Preciso falar com ela! Eu sou o pai dela!

O porteiro, paciente como sempre, manteve a postura:

— Desculpe, senhor, mas não tenho autorização para permitir a sua entrada. A senhorita já disse que você não é bem-vindo...

O sujeito gesticulava, nervoso:

— Então ligue para ela! Diga que estou aqui! Eu não saio sem falar com a minha filha!

Suspirei fundo. Aquele tea
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