Desesperado

Quando eu desliguei o telefone, Marina estava emburrada. Ela veio com um assunto de eu falar o que a gente"quase"fez, mas por sinal, fomos interrompidos duas vezes. Eu não queria ser grosseiro com ela, precisava esfriar a cabeça. Saí de lá, não queria mais ouví-la, mas precisava ficar próximo, eu não queria deixá-la sozinha. Fiquei horas ali, resolvi voltar para dentro para ver como ela estava, mas ela não estava lá.

- Marina?

Subi as escadas e olhei nos quartos, olhei por todos os lados, o celular dela estava sobre a mesa da cozinha. O telefone fixo estava exatamente na mesma posição que eu havia deixado.

- Marina?

A essa altura o desespero já tomava conta de mim. Sai correndo pela rua procurando por ela em todos os lados, ruas e vielas. Já estava ficando maluco, quando ouvi gritos.

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