Na manhã seguinte, acordei com aquela sensação estranha de que tudo tinha mudado… mesmo que a casa parecesse exatamente igual.
O sol atravessava as janelas, iluminando a cozinha, os corredores, os detalhes simples da rotina. Mas o peso da noite anterior ainda estava ali. Invisível. Preso no ar.
Thiago já estava de pé quando eu desci.
Tomamos café juntos em silêncio na maior parte do tempo. Não era um silêncio ruim. Pelo contrário. Era aquele tipo de sintonia que não precisava de muito.
Mesmo