Naquela mesma tarde, com a confirmação da alta hospitalar de Daniel, Eveline afastou-se discretamente do quarto e foi até o corredor para fazer uma ligação. O celular estava firme em sua mão, o coração batendo mais rápido do que deveria. Ela digitou o número de Marcus e esperou poucos toques até ouvir sua voz.
— Oi, Eve. Tudo bem por aí?
— Oi... sim. Ou melhor, quase. Daniel teve a alta confirmada. Ele vai voltar pra casa amanhã — disse, em tom suave, mas direto.
— Isso é ótimo. Que bom que ele