O terceiro dia na praia amanheceu com um brilho prateado no céu.
As nuvens finas passavam lentamente pelo azul claro e o sol, escondido por instantes, surgia tímido, aquecendo suavemente a brisa que soprava do mar. Eveline acordou cedo, antes mesmo do alarme do celular tocar. O quarto estava silencioso, banhado pela luz dourada que atravessava as cortinas translúcidas.
Sentou-se na cama e repousou as mãos sobre a barriga.
O bebê mexeu.
Era como se dissesse “bom dia”, como se compartilhasse com