O sol da manhã nasceu suave, como se respeitasse a delicadeza que pairava no ar.
Eveline acordou com o cheiro do mar invadindo o quarto através da porta de vidro entreaberta. O som das ondas quebrando na areia era reconfortante, e uma brisa salgada brincava com as cortinas brancas de linho. Espreguiçou-se com preguiça, sentindo a barriga firme e redonda sob as mãos. O bebê se mexeu suavemente, como se respondesse ao despertar da mãe.
Sorriu sozinha.
A lembrança da noite anterior ainda pairava e