Três semanas haviam passado desde que Eveline deixara a mansão dos Castelão.
Três semanas desde que ouviu palavras que marcariam sua alma para sempre. Três semanas desde que foi expulsa com o coração dilacerado e o corpo abrigando uma vida que crescia mesmo em meio ao caos.
Mas, naquele tempo, algo dentro dela mudou.
Chorar não apagava as palavras. Esperar não trazia respostas. Amar, por si só, não curava. Então Eveline decidiu: ia viver. Ia reconstruir. Ia existir longe da sombra de Marcus Cas