Giovanni Sorrentino
Depois de rodar por mais de uma hora pela cidade, estava no escritório da adega que temos no centro de Sorrento. Precisava de um minuto sem me sentir culpado por acreditar fielmente que estava traindo a minha esposa. Ou que estou sendo um pai negligente com o único pedacinho que ainda existe da minha amada bravinha.
Estava ali há horas, sentado, tentando entender o que está acontecendo comigo e a reação que senti ao ver aquela mulher de cabelos em tom tão parecido com o mel.